O médico saiu do quarto com a discrição de quem sabia demais para falar alto.
— Ela está fisicamente bem — disse, baixo. — Exaustão extrema, estresse acumulado, o corpo cobrando uma conta antiga. Precisa descansar. E… — hesitou um segundo. — Precisa se sentir segura.
Mateo assentiu uma única vez.
— Isso ela vai ter.
Quando a porta se fechou, ele ficou parado por alguns segundos, a mão ainda no trinco. Depois respirou fundo e entrou.
Ayla estava deitada de lado, coberta até a cintura, o rosto ai