O campo de tiro ainda ecoava quando Mateo percebeu:
não era mais apenas treino.
Era despedida de uma versão antiga de si mesmo.
Ayla recarregava a arma com movimentos firmes. O corpo alinhado, a respiração controlada. Ele havia ensinado cada detalhe, mas agora ela executava sem olhar para ele, sem esperar aprovação.
Atirava como quem já sabia exatamente onde queria chegar.
— Você está mais precisa — ele comentou.
— Estou mais consciente — respondeu.
— E isso assusta.
Mateo assentiu em silênci