Mateo entrou no quarto em silêncio, como sempre fazia quando queria respeitar o espaço dela. Ayla já o esperava acordada, sentada na cama, os cabelos soltos caindo pelos ombros, o colar de gota repousando contra a pele como parte dela.
Ele se aproximou devagar.
As mãos dele foram gentis. Demoradas.
Carícias que não pediam nada além de presença. Beijos leves na testa, no rosto, na curva do pescoço. O corpo dele reconhecia o dela com uma facilidade quase dolorosa, como se tivesse esperado anos p