Capítulo 11

O galpão parecia abandonado há décadas, mas eu sabia reconhecer quando um lugar estava vivo demais para estar vazio.

O silêncio não era natural. Era calculado.

O vento frio atravessava as frestas das paredes de metal enferrujado, fazendo o telhado ranger como se reclamasse da nossa presença. Cada passo ecoava alto demais, denunciando que ali dentro qualquer erro custaria caro.

Segurei a arma com firmeza, mantendo o rosto impassível. Ser o Alex não demonstrava medo. Mas a Ayla gritava por dentro
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