O galpão parecia abandonado há décadas, mas eu sabia reconhecer quando um lugar estava vivo demais para estar vazio.
O silêncio não era natural. Era calculado.
O vento frio atravessava as frestas das paredes de metal enferrujado, fazendo o telhado ranger como se reclamasse da nossa presença. Cada passo ecoava alto demais, denunciando que ali dentro qualquer erro custaria caro.
Segurei a arma com firmeza, mantendo o rosto impassível. Ser o Alex não demonstrava medo. Mas a Ayla gritava por dentro