Alita
Malrik beija minha cabeça.
— É o suficiente para que pense em seu marido pelo resto do dia - diz.
Ele sai do quarto sem esperar respostas e me deixa ali jogada na cama, ofegante e com o corpo em descargas de prazer.
Por alguns instantes fico só ali, pensando em nada. Fingindo que minha vida é essa. Que sou casada com um homem que se preocupa com meu bem-estar e com meu prazer.
Dura pouco, a realidade de que sou casada com o irmão do homem que matei, com o homem que me negociou com meu pai