Lia acordou com o coração acelerado, como se tivesse corrido sem sair do lugar.
O sonho ainda grudava na pele. Dominic estava lá, em pé na porta da pequena casa, não com urgência, nem desespero. Apenas esperando. Do jeito que vinha fazendo na vida real. E, no sonho, ela não sabia se abria ou não.
Sentou-se na cama devagar, respirando fundo até o ritmo do corpo se acalmar. A barriga já era impossível de ignorar. O espelho não deixava mentir. O tempo da invisibilidade tinha acabado.
— Eu sei… — m