O quarto estava escuro. Só a luz da lua entrando pela janela. Os lençóis brancos. O corpo dele no meu. O meu corpo no dele.
— Você tem certeza? — Ele perguntou. A voz grossa. O olhar pesado.
— Tenho.
— Pode parar a qualquer momento.
— Não vou parar.
Ele beijou meu pescoço. Devagar. Mordeu. Lambeu. A mão desceu pela minha barriga. Encontrou o caminho entre as minhas pernas. Eu já estava molhada. Ele sorriu.
— Cinco anos — ele sussurrou. — Cinco anos sonhando com isso.
— Para de falar e faz.
Ele