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Chegamos ao prédio no mesmo instante em que Dominic estacionava seu outro carro. Ele tinha ido ao hospital ver o bebê – que estava cada dia melhor. Como não tinha tempo durante o dia, costumava ir à tarde. Encontramo-nos no estacionamento e subimos juntos no elevador. Os seguranças ficaram no andar térreo, fazendo a ronda habitual antes de subir para ficar de guarda na porta.
— E a Sofia, está melhor? – perguntou ele, com um tom mais leve do que o da manhã.
— Sim – respondi, com um sorriso.