A primeira coisa que Kael percebeu foi o silêncio.
Não o silêncio pesado da espera, nem o tenso da incerteza. Era diferente. Mais estável. Mais… controlado. Seu corpo já não carregava o mesmo peso, a dor havia recuado para algo distante, quase inexistente, como se nunca tivesse estado ali daquela forma.
Mas havia outra coisa.
Aria.
Ele ainda a segurava.
Seu corpo permanecia apoiado contra o dele dentro da água, completamente inconsciente, leve demais agora, como se toda a força que havia usado