Priscila e a Japa saíam da clínica.
O exame na bolsa.
O coração ainda leve.
— Um menino… — disse Priscila, sorrindo sozinha.
A mão na barriga.
— Fica esperta — disse a Japa, olhando ao redor.
Algo não parecia certo.
O carro estava logo ali.
Mas antes que chegassem…
Um carro preto fechou a rua.
Bruscamente.
— Japa… — murmurou Priscila.
Outro carro surgiu atrás.
— Droga — disse a Japa, já puxando a arma.
— Entra no carro, agora!
Mas não deu tempo.
Homens armados desceram.
Rápidos.
Treinados.
A Ja