O corpo caiu.
Pesado.
Seco.
Por um segundo…
Ninguém entendeu.
Até que a fumaça baixou.
E ficou claro.
— BRUNA! — gritou Rafaela.
O mundo dela desabou.
Bruna estava no chão.
O sangue se espalhando rápido.
Ela tinha se jogado na frente.
Na frente da bala.
— Não… não… — Rafaela caiu de joelhos ao lado dela.
As mãos tremendo.
Tentando segurar o sangue.
— Fica comigo! — a voz desesperada.
Bruna tentou sorrir.
Mesmo com dor.
— Eu disse… que não ia te deixar sozinha…
A voz falhando.
Rafaela chorava