Marcus estacionou o carro diante da clínica particular, os dedos crispados no volante. O dia estava nublado, como se o próprio céu compartilhasse do peso que carregava nos ombros.
Ele não queria estar ali. Não queria encarar Sabrina, nem reviver a noite que mal conseguia lembrar. Mas sabia que precisava pôr um fim definitivo naquela história.
Por Gabriel. Por Eveline. Por si mesmo.
Respirou fundo, tentando acalmar o turbilhão dentro do peito, e saiu do carro.
A recepcionista o conduziu até uma