A noite havia caído silenciosa sobre a mansão Avelar. O jardim lá fora balouçava suavemente com o vento, e as luzes discretas iluminavam apenas o suficiente para manter a atmosfera acolhedora.
Daniel, depois de passar todo o dia ao lado de Eveline, exausto pelo cansaço emocional e físico, finalmente permitiu-se deitar em sua cama. Fechou os olhos com uma última imagem dela em sua mente: seus cabelos espalhados no travesseiro, o sorriso doce, a fragilidade encantadora que ela demonstrara.
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