A manhã amanheceu preguiçosa, iluminando o quarto com uma luz dourada suave. As cortinas balançavam com o vento leve, e o aroma de terra úmida invadia o ar. No centro da cama, enroscados entre lençóis amassados, Marcus e Eveline despertavam lentamente — os corpos ainda colados pela noite de prazer que haviam vivido.
Eveline estava deitada sobre o peito nu do marido, os cabelos negros espalhados como seda, a perna entrelaçada na dele.
— Ainda quer levantar? — murmurou Marcus, a voz rouca da manh