No quarto Eveline abriu os olhos lentamente, sentindo o calor suave que preenchia o ambiente. Algo dentro dela estava diferente. Uma leveza nova, um fio de esperança que se aninhava junto ao seu coração.
Sentou-se na cama, acomodando a barriga de oito meses com cuidado. Passou a mão carinhosamente sobre ela e sorriu.
— Bom dia, meu amor — sussurrou.
Vestiu um vestido leve de algodão branco e desceu as escadas com passos lentos, mas determinados. O aroma de café fresco e pão assado invadiu sua