Assim que Murilo abriu a porta do quarto de Alana, seu coração disparou de forma incontrolável. Ao tocá-la, percebeu que sua pele estava escaldante.
Sem perder tempo, Murilo a pegou nos braços e a levou imediatamente ao hospital.
O relógio marcava duas da manhã quando chegaram, e só por volta das cinco o quadro febril de Alana começou a melhorar. Durante todo esse tempo, Murilo não pregou os olhos nem por um instante, mantendo-se atento ao frasco de soro e observando constantemente o estado dela