Alana, no final, acabou cedendo e, pegando sua bolsa, saiu pelo portão da escola junto com Ayla. Quando viu Murilo, apenas fez um leve aceno de cabeça.
Apesar de terem ficado apenas alguns dias sem se ver, parecia que meses haviam se passado. A estranheza entre os dois era palpável. Desta vez, Alana se sentou no banco de trás ao lado de Ayla.
— Alana, hoje vou levar Ayla até a casa da família. Posso te deixar em casa antes? — Perguntou Murilo, com a voz carregada de uma frieza incomum.
— Não!