Chloe estava deitada na maca do hospital, os olhos bem fechados, o rosto pálido. O capacete de segurança já havia sido removido.
Com o cabelo caindo sobre a testa, era impossível ver a gravidade dos ferimentos a olho nu.
Daulo, ao vê-la sair da sala, largou o que tinha nas mãos e correu em sua direção, agarrando sua mão e gritando:
— Chloe!
— Por favor, dêem passagem. — Pediu a enfermeira, empurrando a maca em direção à sala de emergência.
Daulo imediatamente correu atrás. O resultado