Maya Nogueira
O segundo dia no Caribe não começou com a serenidade calma do nascer do sol. Arthur tinha planos. E, conhecendo o homem que agora compartilhava o travesseiro comigo, "planos" era um eufemismo para algo que desafiava os limites do conforto — tanto físico quanto emocional.
— Vamos mergulhar — ele disse durante o café da manhã, o tom casual enquanto terminava uma xícara de café preto.
— Mergulhar? — perguntei, sentindo uma pontada de desconfiança. — Tipo, com snorkel, perto da areia