O som da chuva batia leve contra o vidro, ritmado, constante, como se pedisse para ser ouvido.
O escritório estava escuro, exceto pela luz suave da luminária, e a pasta azul estava ali, no mesmo lugar, fechada.
Isabella não tocou nela, por enquanto ela só observava. Os dedos pousados sobre a aba de couro, imóveis. A respiração curta, o queixo levemente inclinado, como se esperasse uma resposta de algo que não falava.
Joana tinha deixado aquilo para ela, mas com que intenção? A vida de Isabella