O mar estava calmo, não completamente parado, mas em movimento suficiente para lembrar que nada realmente para, as ondas vinham e voltavam com um ritmo que não pedia atenção, só existia, constante, repetido, inevitável. O vento soprava leve, encostando no rosto de Isabella, levantando alguns fios do cabelo e levando embora o que estivesse solto demais para ficar, a areia fria sob os pés descalços afundava levemente a cada pequeno ajuste de peso, firme, presente.
Os sapatos ficaram mais atrás, e