— Filha?
Senti um pano frio na testa. Quis responder, mas nada funcionou. Meu corpo estava imóvel, minha pele continuava quente ao toque, minha boca permanecia seca e meus olhos se mantinham inchados.
— Estou aqui. — Senti minha mãe me limpar, o pano fresco trouxe um pouco de paz. — Essa é minha menina. Você tem que terminar isso. Nós não sabemos como. Acorde, filha.
— Aqui. — Senti algo tocar meus lábios e, em seguida, água fria escorrer pela minha garganta. Instintivamente, eu engoli um gole.