Voltei correndo pelas escadas e fui para o meu quarto. Pulei na cama e puxei o notebook para o colo. Atendi a chamada na hora em que o toque soou de novo. A tela se iluminou com o rosto do meu pai, um rosto que eu não via há anos, e senti as lágrimas brotarem nos meus olhos.
— Pai. — Sorri. — Senti tanta saudade de você. — Eu queria estar do outro lado da tela, em seus braços. Por um segundo, senti minha respiração parar quando o rosto dele se abriu em um sorriso.
— Também senti sua falta, minha