Corri e bati de cara em outra maldita porta.
— Ai. — Meus olhos se abriram de repente, e esfreguei a testa. — Que merda é essa?
Coloquei a mão na madeira e dei algumas batidinhas, certificando-me de que era sólida.
— O quê? — Toya veio atrás de mim. Ela espiou por cima do meu ombro. — Isso é outra porta?
Assenti.
— Bem… — Ela me cutucou nas costas. — Abra.
Estufei as bochechas.
— Se eu não voltar, a culpa é sua. — Abri a segunda porta de uma vez, batendo-a contra a parede.
— Que por