Eu me sentei em silêncio. Meu foco estava inteiramente no líquido borbulhante. O tempo precisava ser perfeito. Observei à medida que o brilho prateado desaparecia lentamente, a magia sugando-o por completo. Quando o último lampejo de prata se foi, empurrei a tigela para fora das pedras, despejando o líquido negro e espesso sobre a grama, apagando o fogo e revelando estátuas prateadas no chão.
— Que porra é essa? — Micca apontou, incrédula.
Hanna ficou boquiaberta.
— Isso era madeira. — Ela