Olhei para cima, para minha avó, quando ela me forçou a sentar novamente. Minhas perguntas voaram da minha boca e ela sorriu ao se acomodar ao meu lado.
— Como eu a encontro? Como eu encontro a sua cabana a partir daqui? A gente estava ao menos perto?
Ela pegou minhas mãos.
— Acalme-se, minha menina. Foque em mim. — Ela inspirou pelo nariz e soltou o ar pela boca. — Siga meu ritmo. Iguale-se a mim e, quando estiver centrada, nós vamos encontrar a sua menina.
Minha menina. As palavras soavam tão