— Para onde estamos indo? — Toya me olhou do banco do passageiro da minha caminhonete.
— Para os apartamentos. Já fui transferida.
— Como isso é possível?
— Vou explicar tudo assim que chegarmos ao meu novo lugar.
Toya assentiu, mas eu vi que ela estava mordendo os lábios, e as lágrimas tremiam nos cantos dos olhos.
— Não acredito que todos se foram.
Eu queria contar a verdade para ela, mas precisávamos estar seguras. Precisávamos fazer isso da maneira certa.
— Eu sei. — Minha voz