Mundo ficciónIniciar sesión"Clara enfrenta uma difícil decisão ao fugir para escapar do abuso físico e psicológico infligido por seu marido, o policial agressivo e possessivo, Ruan. Com a ajuda de sua amiga Ana, Clara conhece Jorge, que também busca libertar-se de sua própria situação opressiva. Surgem questionamentos sobre o verdadeiro custo da liberdade: será que sua filha a perdoará por levá-la para longe do pai? E quanto à segurança de fugir com um estranho e adotar novas identidades? Essa história mergulha nas complexidades emocionais e éticas enfrentadas por Clara e Jorge em sua jornada pela liberdade e amor"
Leer másRetornaram para dentro, tentando disfarçar a intensidade do que havia acontecido, mas Tito já estava ligado no movimento. Ele continuou deitado no sofá, os olhos semicerrados, mas com um sorriso no rosto. Assim que Jorge entrou, Tito se levantou rapidamente. — Parece que tem cheiro de café por aqui — disse ele, passando ao lado de Jorge e sorrindo de maneira travessa. — E aí, parceiro? Parece que resolveu umas coisas por aqui, sorriu o amigo Jorge apenas fez um sinal de positivo, um sorriso satisfeito nos lábios enquanto se espreguiçava no sofá. A leveza do momento contrabalançava a intensidade que ainda pulsava dentro dele. Enquanto isso, Clara sentiu uma mistura de emoções. A adrenalina ainda corria em suas veias, mas ela sabia que precisava voltar à realidade. Foi até o quarto para ver se Carol já estava acordada. O coração batia acelerado, suas pernas ainda estavam trêmulas, uma lembrança do que havia acontecido momentos antes a fazia corar o rosto. Ela entrou no quarto, e
O sol estAva ainda a nascer quando Clara levantou e foi preparar um café sem fazer muito barulho. Queria deixar algumas coisas pronta para que Carol pudesse ter atenção ao acordar. Em silêncio estava a preparar na cozinha um café quando se virou foi surpreendida por Jorge a olha-la e ele se aproximou -Bom dia, dormiu bem? Perguntou ele Se aproximando levemente dela. Deu uma mordida nos lábios e mais um passo em sua direção Clara por sua vez sentia o coração bater mais e mais forte a cada passo que ele dava em sua direção -E a noite ? Se divertiram? perguntou ela Jorge perto se aproximando da pia, passou proximo a seus ouvidos e falou baixinho -Voce não estava aqui. Eu fui dormir, com um sorriso no canto da boca, discreto com suas mãos que passaram por sua costa deixando ela arrepiada e tensa. Sem saber o que responder logo jogou sua preocupação sobre o que poderia ter acontecido -Mas Ana estava? entregou o copo a ele e foi em direção a porta olhando a varan
Na sala, as risadas continuavam, mas Jorge estava claramente desconfortável com as investidas de Ana. Ela tentava se aproximar, até jogando-se no colo dele em algumas ocasiões, mas ele sempre desviava, educado, sem querer criar um mal-estar. A situação começava a ficar insustentável para ele.Por fim, Jorge decidiu encerrar a noite, buscando uma saída. -Ana, acho que é melhor a gente descansar, disse ele, com um sorriso calmo, tentando suavizar o momento. -Você pode dormir no meu quarto, e eu fico aqui na sala com o Tito.Ana, visivelmente desapontada, cruzou os braços. -Dormir no seu quarto sem você? Que graça tem isso? Ela sorriu, tentando disfarçar a frustração.Tito, observando a cena, não conseguiu conter a risada alta que escapou. Depois dessa, parceiro, vou me deitar, disse ele, já se ajeitando no sofá. -Parece que a noite acabou mesmo pra mim.Jorge sorriu, aliviado pela leveza de Tito em cortar a tensão. -Boa ideia, Tito. Vamos todos descansar.Ana soltou um suspiro exagerad
Quando o carro parou em frente à casa, um alívio coletivo tomou conta do grupo. Todos soltaram um suspiro alto, como se estivessem finalmente podendo respirar depois de tanto estresse. Assim que saíram do carro, o ar fresco da noite parecia aliviar um pouco mais a tensão. Clara, ainda sentindo o peso dos últimos eventos, tentou pegar Carol nos braços, que continuava a dormir profundamente, mas estava cansada e lutava contra a exaustão. Jorge, percebendo a dificuldade dela, se aproximou lentamente, com um gesto de compreensão. -Calma, Clara, disse ele, em tom suave. -Eu não farei mal a ela, só quero te ajudar a levá-la para dentro. Venha, confie em mim, deixe-me ajudar. Clara olhou para Jorge com hesitação. Embora soubesse que ele estava ali para protegê-las, a insegurança de entregar sua filha, mesmo que por um breve momento, a alguém que ainda estava aprendendo a conhecer a fez parar. No entanto, o cansaço a venceu. Com um suspiro, ela assentiu, permitindo que Jorge a ajudasse.










Último capítulo