Mundo de ficçãoIniciar sessãoNoan está vivendo um novo estilo de vida, o contato com a natureza e com tudo o que a mesma tem para oferecer, mesclado com acontecimentos do passado, o fizeram optar por um período indeterminado de reclusão. Mas um certo presente, de um metro e sessenta de altura, pele branca, cabelos longos e pretos, lábios vermelhos, ou seja, a reencarnação da Branca de Neve, irá tornar completamente impossível a vida solitária no qual ele estava programando. Será se ele irá aceitar esse presente?
Ler maisNoan Hyuzaki, inspetor de polícia da capital. Ele veio assim que entrou em contato com o Nogueira. O homem revelou a ficha da Marcela e era mais comprida que uma pista de atletismo, a garota era mais suja do que pau de galinheiro. Ela havia sido contratada pela Mercia para se matricular na academia da Ester e assim conseguir sabotar os equipamentos dela. Como que essa vadia fez isso inda é um mistério que seria revelado muito em breve, mas ela não fez aquilo sozinha, teve ajuda de dentro da própria academia. Descobrimos que a vadia estava fodendo com o segurança que a Ester contratou para vigiar durante à noite e foi assim que ele conseguiu trocar o equipamento bom por um ruim. Mas para o azar da Marcela, o otário trocou o equipamento errado, já que não estava nos planos dela, ser a vítima. Então, a estúpida acabou provando do próprio veneno, caiu no buraco que ajudou a cavar, entrou na canoa que ela mesma ajudou a furar. Irônico, não?! — E por que você fez isso, Marcela? — Es
Ester Estava eu conversando com o Hugo, quando meu Noan se juntou a nós. Confesso que fiquei bastante contente ao ver que ele estava me apoiando na minha empreitada. Mas algo chamou a minha atenção, uma ligação da Tamara. — O que? Como foi que isso aconteceu, Tamy? Perguntei, aflita. Noan também ficou preocupado e o Hugo também. — Algum problema, tia? — ele perguntou. — Não, meu amor, não foi nada. Sinalizei para o meu marido, de que deveríamos ir. Ele assentiu e fomos para o carro. Deixamos Hugo sob os cuidados da diretora Renata e pedi para que ela desse uma olhada no meu carro, que depois eu voltaria para pegá-lo. — Como quiser, minha querida. Vou pedir ao guarda para ficar de olho. Seguimos direto para a academia e o Noan pôde perguntar do que se tratava a ligação. — Eu ainda não sei ao certo, amor, mas parece que aconteceu um acidente. — Acidente? Como assim? Alguém caiu da escada? — ele perguntou, sem tirar os olhos da estrada. — Não sei, mas estou muito
Noan O advogado de defesa tem a palavra. — foi o que o juiz disse, da primeira vez. Mas eu confesso que não ouvi, estava com os pensamentos muito longe dali. — Dr. Rocha! Agora eu ouvi! — Ah, sim, meritíssimo. — respondi. — Devo informá-lo de que essa é uma audiência séria, assim como todas as outras e que se trata de um pedido de recurso. — Afirmativo, meritíssimo. Peço desculpas pela minha falta de atenção, garanto que não voltará a se repetir. — disse isso, inclinando-me aos demais que estavam presentes na sala de audiência. Tratava-se de um pedido de recurso, onde um homem queria recorrer da decisão de seu divórcio, ele alegava ter sido lesado no processo, uma vez que sua ex esposa ficou com absolutamente tudo o que lhe pertencia. Eu estava advogando a mulher, já que o advogado que representava o homem, era peso pesado. Mas o meu disse que seria bom para que eu adquirisse mais experiência. Espera um pouco aí? Eu estava prestes era a levar a minha primeira surra em um
Ester Hugo Silva. Esse era o nome do menino que chamou a minha atenção naquele orfanato. O menino de olhar perdido e triste, em cujo semblante predominava a dor e algum tipo de ressentimento. Porém, algo incrível aconteceu, eu sabia que poderia existir alguma ligação entre mim e ele, um vínculo ao qual eu não sabia muito como explicar. — Será que eu poderia falar com ele? — perguntei. A minha curiosidade era mesmo gigantesca. — Mas é claro. E se ele a tratar de maneira agressiva é só me avisar. Outro dia ele mordeu uma das cuidadoras e teve de ficar de castigo. Uau, aquela parecia mesmo ser uma missão e tanto. No começo até fiquei com medo de levar umas mordidas, mas eu precisava saber mais sobre aquele menino, quem ele era e qual a sua maior petição, por isso fui me aproximando devagar. Cheguei e me sentei ao seu lado. — Hugo? — perguntei. Ele fez de contas que eu não estava ali, permanecendo virado de costas para mim. Ouço apenas um hm. — Hugo Silva? Será que a gente pod










Último capítulo