Voltavam, já tarde. Helena, leve e risonha, libertava uma face sutil e encantadora, não era quebradiça, mas tinha aquela leveza insustentável que o oprimia e clamava libertação. Ele a deixava na porta de seu quarto, quando sentiu a mão dela segurar seu dedo, ele se virou e a olhou, aqueles olhos suplicantes de diamante e o lábio inferior, mordiscado de lado, convidavam-no a se perder de vez.
Sem qualquer palavra, Gregory a abraçou, beijando-a, intenso. Helena não se lembrava daquele homem tão