Perto da hora do almoço, Rafael chegava, junto com Helena, em seu prédio. Ela, a distância, era um tipo comum, basicamente, uma jovenzinha. Ele mal sabia a idade dela, mas precisava saber mais, ávido por conhecer aquela mulher que desafiava todo seu senso comum sobre aquele gênero. Era bonita, desenvolta, parecia inofensiva, ainda que ele soubesse que esse era um adjetivo muito distante da realidade sobre ela.
— Querida. - Rafael a chamava. Helena olhava em direção à voz que reconhecia. Via-o