— Você é uma erva daninha, sabia? - Ela respondeu. - Já tem seu lugar no meu coração. - Aquelas palavras enchiam Rafael de algo reconfortante que o fazia sentir o pulso acelerar. Helena tinha algo mágico em si.
Rafael a beijou, carinhosamente, sentindo a mão dela se apoiar em seu braço enquanto a outra lhe dava sustentação. Ele não desejava que aquele toque confessional acabasse. Ela era uma bandida, mas o entendida em uma dimensão que sua finada Agatha jamais alcançou. Helena não era fachada,