Rafael procurava Helena em cada canto da fronteira. Angustiava-se com o silêncio dela, que durava mais de um mês. Tinha apenas aquele contato, de Mictlán. Dentro da sua ansiedade, algo se desenhava, ele acreditava que Helena estava subjugada, presa, dominada e aquilo o perturbava mais do que deveria. "O que está acontecendo com a minha cabeça?" Rafael ponderava, vendo as imagens de vigilância que tinha dela. Ela parecia não ser humana. Em uma, em especial, ela sorria, os olhos em arcos delicado