Helena elaborava e pensava sobre toda aquela bagunça. Sozinha, treinava, meditava, fazia o necessário para se manter o mais incógnita e silente possível. Dario a observava, solitária, metódica. Ela se virava bem, mesmo sem ninguém. A constante era a ligação, diária, para Gregory.
— Oi, você. - Ela cumprimentava Gregory.
— Oi, você. - Ele tinha o sorriso na voz, Dario se ressentia com toda aquela situação. - Como tem passado?
— Até que bem. A ferida da última bala já fechou, mas ficou escura. T