Cinco da manhã, Helena dormia bem acomodada, no luxuoso hotel. Rafael não resistia ao impulso de se aproximar daquela loba imprevisível de olhos cinzentos. Sorrateiro, invadiu o quarto dela, como um rato, silencioso. Da porta, a via dormindo, sob o pesado edredom, de ombros nus, cabelos revoltos e desarmada. Daquele modo, era impensável. Ele se aproximou, passo por passo, via sua arma, destravada, apontada para a porta. Ela realmente apagou, não reagia.
Helena, por outro lado, ouvia a moviment