Helena ouvia ao ritual de Gregory. O cumprimento gentil, o aviso de que lhe tocaria o braço. Havia algo, naquela rotina, que era especialmente confortável e caloroso.
— Ok, Helena, vamos nos sentar. - Ele disse, apoiando ambos os braços dela. - Certo. Sente tontura?
— Não, Greg. Estou bem. - Ela respondeu, ainda baixinho. Aquele homem havia lhe sido o rochedo em meio à tempestade. Mesmo com tantas dores que o flagelavam, por um divórcio sem qualquer explicação, cujo amor e a paixão se tor