Mundo de ficçãoIniciar sessãoE se você ficasse completamente obcecado por sua aluna ao saber que ela é virgem? E se você ficasse loucamente excitada apenas em ver o pai da sua amiga tomando banho nu? Essas são apenas duas das histórias sobre desejo proibido que você encontrará lendo essas seleções de mini histórias desse livro. Venha ler e descubra qual é o seu desejo proibido favorito entre elas.
Ler maisO som da camisola de seda atingindo o chão de madeira pareceu o estopim para que a última barreira do meu autocontrole implodisse de vez. Eu não era mais o chef refinado, o homem de negócios implacável que media cada palavra e controlava cada segundo de sua vida. Eu era apenas um homem consumido por uma fome que vinha sendo alimentada, gota a gota, desde o momento em que Chloé pisara naquele loft. Ela engatinhou sobre o colchão, com a agilidade felina de quem sabia exatamente o poder que exercia sobre mim. O perfume de jasmim e a umidade quente da sua pele criavam uma atmosfera sufocante. Quando ela se ajoelhou sobre mim, dividindo as pernas ao redor dos meus quadris, eu pude sentir o calor que emanava do seu sexo úmido roçar diretamente contra a pele do meu abdômen. — Você demorou tanto, Dominic... — ela sussurrou, os olhos cinza-esverdeados dilatados na penumbra. Ela inclinou-se para a frente, pressionando os seios firmes e de bico rígido contra o meu peito coberto apenas pela ca
O sábado à noite foi o pior de todos. Eu andava pela cozinha do L'Étoile como um animal enjaulado. Marcus tentou falar comigo três vezes sobre o inventário de vinhos, mas eu mal conseguia processar as palavras dele. Minhas mãos agiam no piloto automático, mas a minha cabeça estava presa no eco dos gemidos de Chloé e Sarah contra a cabeceira daquela cama. Eu sentia o cheiro do suor delas, a umidade do beijo delas, a visão absurda daquela bunda clara e empinada sob a luz amarela. Quando entrei no loft, por volta das duas e meia da manhã, o silêncio era absoluto. Não havia luzes acesas, nem risos sussurrados no corredor. Sarah já tinha ido embora. Chloé devia estar dormindo. Mas eu não estava. Entrei no meu quarto, bati a porta e nem me dei ao trabalho de acender a luz principal, deixando apenas a claridade fraca dos postes da rua entrar pelas frestas da persiana de madeira. Tirei o casaco pesadamente, joguei-o no chão e me sentei na borda da cama de casal. Minha cabeça latejava. Meu
O silêncio do loft na noite de sexta-feira era uma armadilha. Voltei do restaurante por volta de uma da manhã, com o corpo exausto fisicamente, mas com a mente operando em uma rotação perigosa. A conversa da noite anterior sobre o internato na Suíça e os toques proibidos entre garotas havia se transformado em uma obsessão. Eu não conseguia focar em nenhuma receita sem que a voz suave de Chloé ecoasse nos meus ouvidos. Ao passar pela porta de entrada, notei que uma das luzes da sala estava acesa, projetando uma sombra suave sobre o piso de madeira. Mas o que me fez congelar no lugar não foi a iluminação. Foi o som. Um riso baixo, abafado e nitidamente feminino veio do corredor dos quartos. Juntamente com ele, o sussurro de vozes conspiratórias e o barulho sutil de passos rápidos. Caminhei devagar, sem fazer barulho com os sapatos de couro no cimento queimado. Parei a poucos metros da porta do quarto de hóspedes de Chloé. A porta estava apenas encostada, deixando escapar um feixe d
A viagem de volta para o SoHo foi silenciosa. O alívio rápido que consegui no banheiro do restaurante já havia se dissipado, transformando-se em uma expectativa sufocante à medida que o elevador subia. Eu precisava mudar a estratégia. Ignorar Chloé ou tratá-la com frieza só parecia alimentar aquele jogo silencioso. Decidi que, se iríamos dividir o mesmo espaço por um mês, eu ditaria as regras e a melhor forma de recuperar o controle era trazer o jogo para o meu terreno. A cozinha. Quando abri a porta do loft, não havia camisolas transparentes ou passos furtivos na escuridão. Chloé estava sentada no sofá de couro, com as pernas recolhidas e um livro de capa dura em francês no colo. Ela usava um suéter de tricô cinza de gola alta que parecia grande demais para ela e uma calça jeans justa. Parecia quase inocente. Quase. — Você demorou hoje — ela disse, fechando o livro com um estalo suave e me acompanhando com o olhar enquanto eu tirava o sobretudo. — O movimento de quinta-feira é s










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