Mundo de ficçãoIniciar sessãoE se você ficasse completamente obcecado por sua aluna ao saber que ela é virgem? E se você ficasse loucamente excitada apenas em ver o pai da sua amiga tomando banho nu? Essas são apenas duas das histórias sobre desejo proibido que você encontrará lendo essas seleções de mini histórias desse livro. Venha ler e descubra qual é o seu desejo proibido favorito entre elas.
Ler mais"Professor Lewis sabe que desperta atração em suas jovens alunas apesar de não ligar para isso e seguir dando suas aulas ignorando essas garotas com hormônios a flor da pele. Ele só não esperava encontrar uma de suas alunas precisando de ajuda e que de alguma forma iriam parar em sua cama certa noite."
...
O sinal da última aula toca, já me sinto agradecido por isso. Os alunos saem deixando a sala vazia em poucos segundos. Aproveito esse tempo sozinho para arrumar minhas coisas em minha pasta.
Meu telefone vibra em meu bolso, atendo no mesmo instante:
__Oi querido, pronto pra ir pra casa?
Eu respondo:
__Ainda é quinta-feira amor, não fique tão feliz assim.
Stephanie ri do outro lado da linha, ela também é professora em outro colégio, então sabe bem do que estou falando. Ela então diz:
__Te encontro em casa.
E nos despedimos.
Sigo em direção a sala dos professores para pegar uns trabalhos que deixei hoje mais cedo em meu armário, encontro apenas o Mark que ainda se encontra por aqui, nos cumprimentamos.
__Não vai mesmo sair com a gente hoje?
Apenas digo:
__Diferente de vocês das Ciências, o professor de inglês aqui ainda tem aula até amanhã.
Ele ri e diz que me liga pra marcarmos alguma coisa depois. Eu me despeço e saio da sala indo em direção ao estacionamento. Entro em meu carro, quero dar logo o fora daqui para aproveitar o resto do dia.
Ouço vozes de umas garotas, ignoro e continuo procurando minha chave que caiu, encontro e percebo que uma delas se encostou em meu carro enquanto conversam. E agora como vou sair daqui?
__Olha o carro dele aí, aquele gostoso.
Uma delas ri, até reviro meus olhos e sorrio. Adolescentes são sempre assim e não é a primeira vez que ouço isso. Meu carro tem vidros escuros o que faz elas não terem ideia de que estou aqui dentro e ouvindo essas besteiras.
Mas eu apenas escuto isso:
__Eu fico louca quando ele entra em sala de aula.
A outra que está fora do meu campo de visão responde:
__Acho ele gato, mas não tanto assim.
A outra diz:
__Que bom, fica só pra mim então.
Elas riem outra vez.
__Mas você gosta de metade dos professores.
A outra ri e diz:
__Eu sei.
Reconheço essa voz, é Suzy Chang minha aluna do segundo ano e minha aluna que mais me dá trabalho em termos de conversa paralela. Mas não reconheço a voz da outra garota, mas elas logo continuam me fazendo querer que isso termine logo, Suzy diz:
__Você devia ser mais como eu.
__Sair dormindo com geral por aí?
__Credo Holly, também não é assim.
Mas elas riem novamente.
Holly? Tento me lembrar dessa aluna, me lembro de seu nome, mas não consigo associar a nenhum rosto que eu me lembre. Mas eu trabalho com quase duzentos e vinte alunos e só estou aqui a seis meses. A outra garota que mesmo de costas para o carro posso ver agora um cabelo loiro diz:
__Sabe que nunca fiz isso. Nunca dormi com ninguém.
Suzy responde:
__É, eu sei, não sabe o que tá perdendo.
Mas como Suzy Chang é aleatória e gosta de falar bastante como já percebi ela também diz:
__Será que o professor Lewis é bom de cama?
__Suzy!
__O que? Curiosidade apenas.
A outra garota diz:
__Melhor a gente dar o fora antes que ele chegue e nos pegue aqui e ainda falando dele e sua pessoal.
Até acho graça agora, porque é um pouco tarde para isso senhoritas. Suzy diz:
__Sua medrosa.
E se afastam do meu carro seguindo adiante e fico olhando as duas ali caminhando. Só então me lembro da garota loira quando ela vira o rosto sorrindo para Suzy. É uma aluna do terceiro ano. Balanço minha cabeça, cada coisa que eu já passei nessa vida sendo professor e sempre me aparece uma novidade dessas.
...
__O jantar estava ótimo, querida.
Beijo o topo da sua cabeça enquanto retiro meu prato e o levo para a pia para lavar e Stephanie se levanta também e diz:
__Pode deixar comigo, querido.
Eu digo:
__Mas eu posso te ajudar.
Ela insiste:
__Não precisa, você ainda tem que corrigir aqueles textos e eu nem tenho aula amanhã. Vai lá.
Então lhe dou mais um beijo na bochecha e sigo para o meu quarto, mas antes ela diz:
__Termine lá que estarei te esperando.
Ela sorri de forma safada, gosto que ainda tenhamos todo esse desejo mesmo depois de quatro anos de casados. Sorrio de volta e digo para ficar me esperando.
Mas claro que eu termino mais de meia noite a encontrando dormindo já quando volto para nossa cama.
...
__Você gosta assim?
Ela volta novamente com sua boca em torno de mim usando fervorosamente com essa boquinha macia e sua língua quente. É demais para mim. Alguém pode chegar aqui a qualquer momento, a porta não está trancada, mas não consigo pedir para ela parar.
Era pra ser apenas uma conversa e agora ela está de joelhos entre minhas pernas fazendo exatamente isso de maneira tão perfeita. Alguém b**e na porta, acordo assustado.
Droga, acabei cochilando no meu horário de intervalo. Me ajeito em minha cadeira e meu rosto como posso, se for a diretora não vai pegar bem o que acabou de acontecer.
Digo:
__Entre!
Esperando claro a diretora, porém alguém que eu não esperava adentra a porta de forma desconfiada com um sorriso falso nos lábios.
__Senhorita Chang.
Ela fica ereta agora dizendo:
__Olá professor Lewis.
Digo:
__Veio para sua visita mensal?
Mas antes que ela responda vejo logo atrás dela a garota que estava minutos atrás em meus sonhos durante meu inesperado cochilo. Congelo no mesmo instante e ela sorri para mim acenando lá de fora, saindo do meu campo de visão quando quando Suzy fecha a porta e eu volto a me concentrar nela que se aproxima e se senta na cadeira a minha frente.
Começo perguntando:
__E agora, qual o seu problema dessa vez?
Ela sorri daquela forma outra vez e diz:
__Bem, é sobre a nota do meu último trabalho. Não posso apresentar aquilo aos meus pais.
Cruzo minhas mãos sobre a mesa e digo:
__Então devia ter entregado dentro do prazo para não perder metade da nota.
Ela então se aproxima da mesa colocando seus braços de uma forma que faz seu decote ficar mais exposto em sua camisa e me diz:
__Certeza que não podemos fazer alguma coisa sobre isso, professor?
Eu respiro fundo e apenas digo:
__Vou fingir que você não está fazendo o que penso que está tentando fazer senhorita Chang, para isso não ficar ainda pior para você.
Ela se afasta meio assustada e eu continuo:
__Se quer uma nota boa, faça um bom trabalho e entregue dentro do prazo estipulado.
Ela se levanta nervosa e nem se despede quando deixa a minha sala. Ouço vozes lá fora, acho que ela parece meio decepcionada por não ter conseguido o que queria.
Estou colocando uns papéis em minha pasta quando alguém b**e a porta mais uma vez. Eu peço para que entre e fico surpreso em ver a amiga dela me perguntando se pode falar comigo um momento. Não sei se seria uma boa ideia ter ela em minha frente agora depois daquele sonho, mas tenho que ser profissional e digo que entre e se sente.
O som da camisola de seda atingindo o chão de madeira pareceu o estopim para que a última barreira do meu autocontrole implodisse de vez. Eu não era mais o chef refinado, o homem de negócios implacável que media cada palavra e controlava cada segundo de sua vida. Eu era apenas um homem consumido por uma fome que vinha sendo alimentada, gota a gota, desde o momento em que Chloé pisara naquele loft. Ela engatinhou sobre o colchão, com a agilidade felina de quem sabia exatamente o poder que exercia sobre mim. O perfume de jasmim e a umidade quente da sua pele criavam uma atmosfera sufocante. Quando ela se ajoelhou sobre mim, dividindo as pernas ao redor dos meus quadris, eu pude sentir o calor que emanava do seu sexo úmido roçar diretamente contra a pele do meu abdômen. — Você demorou tanto, Dominic... — ela sussurrou, os olhos cinza-esverdeados dilatados na penumbra. Ela inclinou-se para a frente, pressionando os seios firmes e de bico rígido contra o meu peito coberto apenas pela ca
O sábado à noite foi o pior de todos. Eu andava pela cozinha do L'Étoile como um animal enjaulado. Marcus tentou falar comigo três vezes sobre o inventário de vinhos, mas eu mal conseguia processar as palavras dele. Minhas mãos agiam no piloto automático, mas a minha cabeça estava presa no eco dos gemidos de Chloé e Sarah contra a cabeceira daquela cama. Eu sentia o cheiro do suor delas, a umidade do beijo delas, a visão absurda daquela bunda clara e empinada sob a luz amarela. Quando entrei no loft, por volta das duas e meia da manhã, o silêncio era absoluto. Não havia luzes acesas, nem risos sussurrados no corredor. Sarah já tinha ido embora. Chloé devia estar dormindo. Mas eu não estava. Entrei no meu quarto, bati a porta e nem me dei ao trabalho de acender a luz principal, deixando apenas a claridade fraca dos postes da rua entrar pelas frestas da persiana de madeira. Tirei o casaco pesadamente, joguei-o no chão e me sentei na borda da cama de casal. Minha cabeça latejava. Meu
O silêncio do loft na noite de sexta-feira era uma armadilha. Voltei do restaurante por volta de uma da manhã, com o corpo exausto fisicamente, mas com a mente operando em uma rotação perigosa. A conversa da noite anterior sobre o internato na Suíça e os toques proibidos entre garotas havia se transformado em uma obsessão. Eu não conseguia focar em nenhuma receita sem que a voz suave de Chloé ecoasse nos meus ouvidos. Ao passar pela porta de entrada, notei que uma das luzes da sala estava acesa, projetando uma sombra suave sobre o piso de madeira. Mas o que me fez congelar no lugar não foi a iluminação. Foi o som. Um riso baixo, abafado e nitidamente feminino veio do corredor dos quartos. Juntamente com ele, o sussurro de vozes conspiratórias e o barulho sutil de passos rápidos. Caminhei devagar, sem fazer barulho com os sapatos de couro no cimento queimado. Parei a poucos metros da porta do quarto de hóspedes de Chloé. A porta estava apenas encostada, deixando escapar um feixe d
A viagem de volta para o SoHo foi silenciosa. O alívio rápido que consegui no banheiro do restaurante já havia se dissipado, transformando-se em uma expectativa sufocante à medida que o elevador subia. Eu precisava mudar a estratégia. Ignorar Chloé ou tratá-la com frieza só parecia alimentar aquele jogo silencioso. Decidi que, se iríamos dividir o mesmo espaço por um mês, eu ditaria as regras e a melhor forma de recuperar o controle era trazer o jogo para o meu terreno. A cozinha. Quando abri a porta do loft, não havia camisolas transparentes ou passos furtivos na escuridão. Chloé estava sentada no sofá de couro, com as pernas recolhidas e um livro de capa dura em francês no colo. Ela usava um suéter de tricô cinza de gola alta que parecia grande demais para ela e uma calça jeans justa. Parecia quase inocente. Quase. — Você demorou hoje — ela disse, fechando o livro com um estalo suave e me acompanhando com o olhar enquanto eu tirava o sobretudo. — O movimento de quinta-feira é s










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