O sábado à noite foi o pior de todos. Eu andava pela cozinha do L'Étoile como um animal enjaulado. Marcus tentou falar comigo três vezes sobre o inventário de vinhos, mas eu mal conseguia processar as palavras dele. Minhas mãos agiam no piloto automático, mas a minha cabeça estava presa no eco dos gemidos de Chloé e Sarah contra a cabeceira daquela cama. Eu sentia o cheiro do suor delas, a umidade do beijo delas, a visão absurda daquela bunda clara e empinada sob a luz amarela.
Quando entrei