DIANA narrando...
O som dos copos de vidro se estilhaçando no chão pareceu ocupar todo o espaço do bar, soando ensurdecedor no silêncio repentino que se instalou. A bandeja havia escapado das minhas mãos por um movimento involuntário, mas minha atenção já não pertencia mais ao que eu fazia ou ao ambiente ao meu redor. Meus olhos estavam totalmente fixos na figura de Gabriela, caída de joelhos sobre a poeira e a sujeira do piso, o celular pressionado com força contra o peito como se fosse a únic