GABRIELA narrando...
Voltei para o interior do bar com a expressão esculpida em pedra, lutando para manter cada músculo do rosto inexpressivo, enquanto um turbilhão devastador de verdades e sentimentos se agitava dentro do meu peito. O som do funk, que antes fazia as paredes vibrarem e animava todos os presentes, agora me chegava aos ouvidos como algo abafado, distante e irrelevante — como se eu estivesse mergulhada debaixo d'água, isolada do mundo real.
Meus olhos buscaram instintivamente por