Mundo de ficçãoIniciar sessãoDiana, sua família foi assassinada a sangue frio quando ela tinha apenas dez anos, depois desse dia se tornou uma pessoa fria, que não demonstra sentimentos, quem ver seu rostinho lindo e delicado não imagina do que ela é capaz, possue uma identidade secreta, ninguém até hoje descobriu quem está por trás de inúmeros assassinatos de políticos e empresários poderosos, carrega a morte de mais de cem, entre homens e mulheres, é conhecida como, Anjo da morte, e prometeu que só para quando matar a principal assassina da sua família. Desde a morte de seus pais mora na Argentina, e aos vinte e cinco anos está voltando ao Brasil com um único desejo, vingança.
Ler maisTem coisas que foge do controle, e ela uma dessas coisas, não sei porquê sua presença me encomoda tanto, mas não é aquele encomodo que me faz querer me afastar, ao contrário, eu a quero perto, isso nunca tinha acontecido, é algo novo, fora do comum, algo naquela mulher me atrai, me puxa para perto, mesmo que meu subconsciente grite insistentemente que eu preciso me afastar, não sei o que me deu na cabeça para mandar mensagem, sei que ela vai me questionar sobre quem me passou o seu número.Onde eu estava com a cabeça quando a beijei novamente, e ao gruir de dor fez ela vir atrás de mim querendo saber o motivo, invadiu o banheiro bem na hora que eu estava sem blusa olhando o estrago que está o meu corpo, agora estou na porta do quarto tentando impedi ele de sai, ele quer ir tirar satisfação com o Taigo por pensar que foi ele quem fez isso, que merda, o homem está uma fera, e se eu não o acalmar não sei nem o que ele será capaz de fazer.__Diana, sai da frente__fala entridentes.__não
Olho para ela que me olha mas não demora a se levantar, ela fala algo no ouvido do Taigo que só confirma com a cabeça, sigo ela com os olhos até ela sumi do meu campo de visão.__vou vazar.__mas já? __ih mané, tenho um corre pra resolver aí.__mulher agora virou corre?__não digo nada, só faço um toque com eles e logo saio do bar, monto na moto e dou a volta para não chamar atenção, que merda eu estou pensando.Nos fundos do bar fica um beco escuro, deixo a moto ali na entrada, entro vendo só uma luz que suponho ser o celular daquela mandada, me aproximo a passos largo, doida pra saber o que ela quer comigo.__demora da porra__fala assim que eu me aproximo.__você pensa que estarei disponível na hora que você quer?__cruzo os braços, a única luz no local vem do celular.__não penso, tenho certeza__fecho a cara __se não fosse assim você nem aqui estaria__ela fala uma verdade, mas nunca que eu vou assumi isso de voz alta__vamos entrar, preciso falar com você e acredito que aqui não seja
Na moral, essa parada me deixou puta mesmo, o Taigo porra, como eu não me liguei de quem se tratava, nas nossas conversas ele sempre falava dela, que ele namorava a sobrinha da dona Maria, foi ele quem chegou até mim para falar sobre a vinda dela, agora não sei nem como olhar na cara do meu mano, porra, agarrei a mina dele, e por pouco não fui mais a fundo, ela é outra desgraçada, por mais que ela não soubesse que nos conhecíamos, agora estou arrependida pra porra, e o pior é que não consigo tirar aquela desgraçada da minha cabeça, sem caô, a desgraçada só pode ter feito algum tipo de mandiga.Ainda para completar tem essa história toda do Anjo da morte, maldita seja, as pessoas subestimam muito o poder de uma mulher, foram poucas as vezes que ela foi vista, mas quando a vi a primeira vez não tive dúvida que se tratava de uma mulher, os caras pensam que eu estou louca, mas não pô, conheço uma mulher a quilômetros, e aquela não me engana, não abri o bico por que não sabia até onde ela
Se eu já estava mal, agora estou péssima, eu não sou diferente do meu tio, pois me tornei um monstro, mas não irei participar desse jogo sujo dele, não irei matar inocentes e, nem vou permitir que nenhum inocente morra, isso eu garanto, tentei ligar para ele, mas o infeliz não me atende, me fazendo ficar com mais raiva ainda, a noite deci para o bar, queria me destrair e planejar meu próximo passo, mas me arrependi, pois ela estava lá, a mesma rodinha de sempre com um diferencial, tinha uma mulher sentada em seu colo e pela primeira vez sentir algo que nunca havia sentido antes, aquilo me encomodou, vê ela com outra me deixou mal abeça. __por que não ficou descansando?...Diana. __eu estou bem, depois quero conversar com a senhora, não pensa que essa história vai passar batido__pego a bandeja__em que mesa? __na oito__olho vendo que é na mesa dela, finjo que estou bem e caminho até lá, meu corpo está todo dolorido não vou mentir, mas não posso ficar infurnada em meu quarto, não enqua
Último capítulo