Dois anos se passaram desde a noite em que o penthouse no alto da cidade se transformou em escombros e manchetes de jornal.
Com o tempo, a memória coletiva se apagou. A polícia arquivou o caso com a anotação burocrática de “autoria desconhecida”. As manchetes pararam de circular, e os rostos que um dia assustaram e fascinaram o público deixaram de ser impressos nas primeiras páginas.
Mas elas não cruzaram fronteiras distantes nem se esconderam em países estrangeiros. Apenas trocaram o barulho d