Dante dirigia sem realmente enxergar a estrada. Sua mente estava em outro lugar — no quarto branco de hospital, no som frágil da respiração de Natasha, nas palavras que nunca tiveram tempo de ser ditas. Ele havia tomado uma decisão naquela manhã: ficaria. Não importava o passado, não importavam os erros. Ele ajudaria Natasha, custasse o que custasse.
Quando estacionou em frente à casa, respirou fundo antes de entrar. Precisava manter a firmeza.
Assim que abriu a porta, encontrou Suzane e Silvia