O carro avançava pela estrada escura como se fugisse não só de um lugar… mas de um destino.
Dante mantinha as mãos firmes no volante, os dedos tensos, os olhos fixos à frente. A respiração ainda estava irregular, mas ele não podia se dar ao luxo de perder o controle agora.
Atrás, Helena gemia baixo.
— Ela tá piorando… — Laura murmurou, segurando o corpo frágil dela contra si. — A gente precisa parar.
— Parar não é uma opção — Raul respondeu, olhando pelo retrovisor, ainda esperando ver faróis s