O ar dentro do quarto era pesado, úmido e sufocante.
Natasha já havia contado cada rachadura na parede, cada tábua solta do chão, cada pequeno detalhe que pudesse indicar uma saída. Nada. Apenas paredes frias, uma janela gradeada e uma porta grossa que parecia ter sido feita para impedir qualquer esperança.
Ela não aceitava aquilo.
Não podia aceitar.
Desde que fora levada para aquele lugar, sua mente trabalhava sem descanso. Observava horários, passos, vozes, rotinas. Esperava um erro. Um descu