O rosto da menina ficou ainda mais vermelho. Ela jogou tudo dentro da mochila, respondendo na evasiva:
— Não é nada.
Ian não insistiu, apenas pegou a mochila dela e segurou por ela. Uma das mãos dele segurou o braço fininho dela, enquanto ele falava:
— Jéssica, você comeu direito nesses dois anos? Está tão magra.
A menina reclamou baixinho:
— Eu comi sim, não sou um esqueleto.
Ian lhe lançou um olhar de lado, profundo, cheio de algo que ela não percebeu. Ela estava feliz de vê-lo depois de dois