— Você não quer dizer onde ele está, mas quero te perguntar... Ele ainda existe? Ainda está vivo? Está morto ou vivo, você precisa me dar uma resposta certa.
Do canto dos olhos de Eduardo, deslizou uma lágrima, rara e contida. Os lábios de Helena tremiam levemente. O homem abriu a boca em voz baixa:
— Fique tranquila! Ele está vivendo muito bem, vivendo em paz e liberdade.
Os lábios de Helena ainda tremiam, até que, passado um momento, ela sorriu suavemente.
— Obrigada por me dizer isso.
Eduardo