O sol se punha no horizonte, tingindo o céu de dourado.
Kleber saiu levando um copo de água e alguns comprimidos. Ele se aproximou de Bruno e disse em voz baixa:
— Bruno, é hora do remédio.
O jovem continuava olhando fixamente para a ponte do Rio Ima. Seu olhar era tão concentrado que parecia acreditar que, a qualquer instante, apareceria ali uma moça de vestido branco, carregando um cavalete. Talvez o nome dela fosse Helena.
Kleber, ao vê-lo assim, sentiu o coração apertar.
Na última vez em que