O interior da van era espaçoso. Fabrício, de terno, se agachou diante de Helena e, após um momento em silêncio, disse baixinho:
— Que tal ficar comigo? Eu vou cuidar de você e da criança, vou trabalhar duro, não vou deixar que você se preocupe com nada.
Helena não respondeu, apenas acariciou suavemente a cabeça do “cachorrinho leal” e disse com ternura:
— Fabrício, uma pessoa ferida por dentro não tem como dar felicidade a outra. O que eu quero é ver você feliz. Aos meus olhos, você...
— Eu já n