Em Março, os negócios do Grupo Glory iam de vento em popa. Bruno mergulhou toda a sua energia no trabalho, e os resultados da empresa subiam como a maré.
No fim do mês, ele participou de um banquete. Apesar de estar mais magro, vestia um clássico smoking preto e branco que realçava ainda mais sua beleza elegante. Inúmeras mulheres o olhavam com desejo, sonhando em se casar com ele.
Bruno segurava uma taça de champanhe, mas a solidão lhe pesava. Ele já não conseguia mais ver aquela pessoa que tanto queria ver.
O pai de Fabrício, Roger, se aproximou todo sorridente, comentando:
— Bruno, por que sozinho aqui? Mulheres bonitas querendo conversar com você não faltam.
— Que nada, Sr. Braga. — Bruno sorriu de leve.
Ao notar seu desânimo, Roger mudou logo de assunto:
— Bruno, graças à sua recomendação, o Fabrício amadureceu muito, já parece um homem, consegue lidar sozinho com várias situações. Isso tudo devemos a você.
O nome de Fabrício o deixou atordoado por um instante.
Fabrício... Ainda e